Quarta-feira, Junho 15, 2005

È o cansaço que procura dominar,

É o querer expelir tudo e o acreditar, que não tentam dominar, ganham.

A acreditação da mensagem, as pessoas (4), é o saber que será o futuro nosso, vosso.

11/06/05 – 02.56h



Prostado na cama, sabes que acreditas, tu mostras-me isso e nada melhor que esta envolvência para (finalmente) quereres aparecer outra vez, fugaz mas intenso, contínuo mas calmo.
Ao passo de cada vez, é o equilibrio que nos rege. O equilibrio é a natureza, porque o equilibrio comanda o equilibrio, vice-versa e por aí adiante. Dizer com razão, “on the top of the world, on a shit silky chair”. Ele, o equilibrio “it’s the owner of my life, the owner of death”. A repetição, a estrutura, os enganos, a amizade, a profundidade.
“on your throne, you can live your life you can be your own, so why are you there? on the top of the world, on a shit silky chair.”
É o olhar a presença e constatar que estás a olhar para o futuro, só olhas para o futuro. Por isso, Parabéns
É o início, de alguém acreditar em nós, de alguém nos ouvir, de alguém perder tempo connosco.
É o ver isso tudo, espelhado em nós e, e sermos nós.


extravaganza


03.02h - (desculpem a demora, mas não houve nada que nos movesse até agora de uma forma tão forte como o sabor da alma). (além do mais o café demorou a aquecer).

Domingo, Dezembro 19, 2004

O sabor do vento que nos leva ao futuro, nos trás recordações, leva-nos para algo desejado?
Sim.
Pena nunca encontrar alguém. Sempre que preciso. Não vou sozinho pois não. Talvez um dia vá, sem preocupação alguma. E não vos vou dizer do que falo. É tão clarividente.
O meu futuro. E ninguem me acompanha

Pensar que desejaria tal sensação, subir e duas horas depois descer para teus braços, alias algumas horas mais tarde ainda tar contigo. E na realidade estou sempre a teu lado. Apesar de não ser uma realidade.
É o sabor do teu pesar na minha consciência e por vezes até digo demais. Mas nunca direi da forma que te vejo. Desculpa. Pela forma que apareces em mim.
Eu nunca te vejo.
És o meu deus em que “eu” representa-me e “d..s” és tu, a tua (minha) camada envolvente, que demora, e nunca há-de desaparecer, com ela me protego. Com ela me mostro, mas ninguém Me vê.

A palavra deus é prefeita para te descrever. Descubram o que significa o “d” e o “s”.


Sou eu que quero, desejo, és tu que travas o fluir.
Sou eu que avanço, tento pelo menos
E tu sempre a transparecer paralelamente.
E nunca digo o que quero mesmo. A vida à minha frente
Dia a dia esbarro com ela e não acredito. Dia a dia me apercebo do futuro, vejo-o no passado. O presente dos meus... ajuda(m)-me tanto.
Muito mais não posso dizer,

o meu deus não mo deixa.










Mas és tão traidor.




extravaganza



00.11 (algum dia te vou destruir?)

Domingo, Dezembro 12, 2004

E ela veio. Tinha ouvido para tal. “tem de ser um momento, o teu bom momento.” . A primeira frase tua, ó cidade.

Veio contemplativa, escura e distante. Terei de me purificar!
De uns dias melhores, de outros piores, e outros magnificos. Sei que vou lembrar, tudo e também o nada que se passava. Do que me dizes diariamente. O que me pedes, e onde te perdes. A confusão da cidade.

A suspeita de altos e baixos e o não querer entrar. E agora ja ter de sair. Foi bom.
Sei que se fosse dessa maneira, plano, sem planalto algum, seria melhor. Foi melhor.

Olá Lisboa.



Agora serei um menino bonitinho. Não farei as coisas. Ditas que vão dirigindo-os. Até ao fim.
The blue pill.

É o não saber falar, nem estar, o que me ocupa agora. O pedir desculpa no mais estranho dialecto!!! E a evolução em todo o lado menos por todo o horizonte! O saber, ou sabor. Como queiras, o das pequenas coisas.

É agora ter de arrumar tudo de NOVO, o ódio, a alegria desculpem! Vou enumerá-la ao som da minha fonte. Onde te vou buscar.
É la que saceio a minha sede, sede de voltar.
Esse tão bom momento! Que todos os dias me acorda “anda vem!”. Sempre com a mesma toada. Está prestes a rebentar.
Quero ir e ficar, não voltar e andar.
Todos os dias com o mesmo momento. Despertas minhas pálpebras.

Até te fartares de mo apresentares cada vez que meu sono te deixa.
Mostra-me então o outro lado. Da embalagem escondida, do deja vú passado. Das núvens constantes.


extravaganza



22.11 (Snakes & Ladders). Água por favor. Faz-me descançar!!

Lisboa- 5-11-2004.

Segunda-feira, Novembro 15, 2004

Sob licença, sem portanto saber.

“Ele veio e disse: fui eu que disse isso!!
O segundo: mas isso foi o que aconteceu?
O primeiro: sim eu disse isso quando te levantavas.
O seguinte: sim, não é nada equiparável ao que já passaste
O anterior: claro, até era mesmo isso que estava a pensar à pouco
O seguinte: a cena das bancas e das notas, voando?
O segundo: mas consegues vivê-lo assim?
O primeiro: mas eu disse aquilo? Ou foi o que aconteceu?
O anterior: talvez, mas tu levantaste-te e eu só
o primeiro: só queria marcar golo, só queria saber ….como tava o tempo…, só….só…queria ir ver o sabor, provar a paisagem”

o da esquerda: e achas que sim seu palerma?
O que começou agora o diálogo e não está a perceber nada do que se está a passar: oi pessoal…..eu vim ca saber o que é que de facto….se vai….portanto passar
O mais intrigado (ÍNTEGRO!) : é que também faz bem…..cheira bem aqui……AAAHHHHHH…..…..
O que se impôs: pa sim.... aquilo de à bocado fui que eu disse!
O segundo: mas isso foi o que aconteceu?
O seguinte: AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH
O que já vai na 2ª fala do diálogo: adeus !
O que se impôs: não consegues virar para aqui?
O tal referente ao primeiro: então? Esse olhar de referência……essa desilusão, “acabou de tomar o quê?”.


























Vai para outra realidade
~ ~
~ ~~

~ ~
~ ~


O primeiro:
~vai-te $#”%$! Ó estup´´iii´´ii´´ii´´ii´´ii´´ii´´ii´´ii´´ii´´do.


.“





Hello, how are you doing todaY?

Y grego? Tudo enevoado???
talvez amanha ponha
E




Ele continua a procurar a outra realidade……(mais umas nuvenzinhas) (ver grupo de trabalho)

Sentei-me a escrever.
.
E vou falar por frases. como esta dizia a ele.
Não se vai perceber o que se está por aqui a passar. Já estás situado ?
Não, não me vou lembrar…….
Oh diabo digo eu..,..,…isto não está de acordo com o que eu me lembro.
Ok duas pessoas……….
Olá outra vez. E já a Internet ou outrem, a, (ela) real dúbia.
Uma franciscana diria mesmo, talvez,,……vês quando aquelas estrelas te percorrem o tecto (o nosso fim) a correrem como quem diz “a ultima a chegar é uma pita doida!!!” e vão todas a dar o máximo? Mas quando olhas para cima só vez uma de cada vez. E acontecem de muito em muito tempo. No mesmo sítio? Estás a ver o quadro?.
Pronto, é isso mesmo que se resolverá…………tudo.






P. S: kidding
Talvez mais tarde a cena se revelará “não tenhas pressa……vai com calma.”

Fui.
.
.
E posso apostar com vocês que depois disso tudo, disto tudo, me sentei e contei estas letras todas. Na minha cabeça, a mal passarem pela tua avaliação ou consentimento. Queria talvez saber a tua opnião. Politiquísses, aldrabísscssçsses. Depois de estarem sentados vejam se não vos acontece o mesmo. Como as mãos que andavam zangadas e nem se falavam. Vejam lá bem…..um dia houve uma velha que passou por ti e disse: “tão-se a chamar putas umas às outras.”
E porque fui eu lembrar-me disto agora? Aqui……..não vou conseguir explicar. Depois será um dia qualquer, o de amanha, talvez para a semana te diga mas não vás com calma.
Vai com pressa que chegarás primeiro que eu.
“Existe uma passagem e essa passagem é fechada automáticamente se disseres qualquer coisa, um controlador de dbs. Tens de dizer ao guarda que precisas da palavra passe.
Não podes usar nem as mãos nem os pés para fazeres mímicas. Nem podes falar gestualmente.”
A solução encontra-se n’As letras


“As letras

Esta ou aquela. Ups talvez me tenha estendido.Esta e aquela assim sim, talvez melhor.
Quando olho e vejo um canto à minha volta.
Um canto tão pequeno….mas percorria-me todo.
Nem palavras podiam cobri-los, a extensão
à descoberta, a licença está no saber.
No texto que vais realçando sempre cada vez que
Dás esses suspiros profundos.
Talvez esteja mesmo na junção.
Gritos e gritos….oiço-os algures deste lado do canto.
Uns desafinados, não posso com aquelas míudas,
E ao fim ao cabo acabas sempre por ganhar.
Ei vou desistir de não querer, sim?
Não me posso estender outra vez?Não. Acorda. Sê.

Olá são 3:26
Olá são nuvens cintilantes.. são banquinhos que não se veêm
São sabores que não se pagam. São pinguins de dor.
Desconhecidamente são talvez passagens. São de outro lado são de cima são ou mesmo de onde atirares são, quer para longe quer para fora são o que vais fazer parecer são quando as pões, umas são e outras são, as que te vão preenchendo são, misturam-te o SABOR e são as letras,



Letras, saborosas mãos e agora pés. Como queiram. E agora um pouco de pressão, uma força última para um instinto que nunca se quis assim (um peso de gerações). Por isso é que elas te sabem a mel, quando as trazes. Quando as vês. Quando te deixas vê-las. A solução estará nas letras,

Quando chegares ao fim do saber ocultar.





Hoje estava capaz de escrever pela noite dentro, talvez então, iremos parar. sopso? Ide sim, ide e não voltai?
Estes jogos. Uma mamada de ladrões. Uma cambada de, sei lá eu sequer o que procuro…..ler?
Os cantos continuam aterrorizantes . a white brilhante palavra. White vou-me opor agora! STOP

Stop, telegrama………renuncio….stop stop// stope stope... renuncio atravessar o stop…renuncio atravessar a cidade….cheia de aventuras. Stop. T E LLE GRAMA.

Ai!!... Amigo, como bem descreves a sensação que não encontras. Paramos alguma vez? Desconfiamos alguma vez? Desconfias que o quê? Acorda para a morte. E conta-nos o que devemos aproveitar da vida.
Porque é mesmo isso, aquilo que tu me escreves nas famosas cartas.
Ai! Ai...………é mesmo isso que tu esceves sempre nas tuas famosas cartas.
Saudades nãooooooooo.
Vais desconfiando que sim. Como quem. Proporciona. É o fim da irmandade. Do saber que te vai ocultando a vida.
Verse-á o tecto?
Acho que hoje foi aquela descrição (As coisas que não posso dizer.) . Vou-me virar para ele e dizer: - foi a primeira e a ultima- disse com certeza da descrição estudada. Quis refortalecer. Daí, tais palavras.

Hoje vi um tipo a correr. Três melhor dizendo. É…….diz-lhes que é o sex business.
Pode ser que sim. E agora percorro as três (as manhãs foram tantas). E amanha vou ter menos prazer. Amanha vou voar.
Não costumo escrever tanto.
Talvez deixe para outra ocasião . Beijos, abraços






extravaganza

3:44 - (P. S.: CHEERING THIN SLOTS MS TOAST)

Sexta-feira, Outubro 29, 2004

o



sex businessº.
deixo ao teu critério, adjectiva-lo (ªs) de outra tinta.






extravaganza


19:45 (nederlandia)

Sexta-feira, Outubro 15, 2004

São 21.27h e já me deste os parabéns. obrigado
Não os parabéns, mas os que me levaram a fazer tal, realmente, foi um caminho doloroso. Tem sido. Será?

Pernoitando dia a dia, vivendo por entre penúmbras, umas vezes não também, e escondendo cada vez menos, ja me apontaste isso, eu sei, mas ainda bem



Sim meu ser
Caixinha de forças
De melancolia ou de
Saber prestado, retirando
Delas, deles e dela, aquela
Intenção formal, e muitas
Vezes,por vezes informal de
poderes vingar, amanha e depois
ontem e nunca. Talvez agora! ? (

Pintando um cenário que so deixa
Antever a sua própria indignação
Um cenário chateado, fúnebre.
Será então prosaico meu ver?

Mas tantas vezes que me deste
Esse sabor de parar
Para sempre ou pensar
Quem sabe continuar e divagar
Naquela ponte, neste significado
Menospresável. Acaba. Assim acaba.
Foi sempre um parentisses nunca fexado



de manha acordaste sobressaltado,
contaste-me que viste demais, (à tarde desculpa), ando confuso e sem saber coisas, as coisas?. Tava eu a a a a dizer, acordaste sobressaltado, deslumbraste talvez a tua visão do querer, “então” dizes tu. Sabes que a hora é sagrada e não vais faltar. Foi tanto o ele, tanto o sobressalto. Irás adormecer de novo?
Ok adormeceste mas não será por pouco, Encostado em mim? Sim, verás! que serás recebido, de entre todo este espaço, que tenho reservado religiosamente para ti?
Não não não!, quer dizer, se será isso que procuras vai a outro lado, não encontrarás aqui, ja te tinha dito em antes disto tudo começar,
Não quero ser o único a não dar ouvidos à tua voz, escuta a minha, e recicla-a, usa como quiseres, mas não e moldes, sei que gostas de moldar as coisas. coisaS?
É tudo como a realidade ao fim às contas!/&&%!! ?, sabes disto, sabes ao fim ao cabo de tudo. Mas quando te apercebes, imediatamente esqueces, e isto foi um outro que me ilucidou, tenho andado esquecido do que presenceias. Tou sempre la mas nunca me lembrarei tão bem, as coisas vão-se! Esqueco-me eu. Como aquele pavilhão com cadeiras amarelas, como aquela viagem em que, para não te esqueceres, foste escrevendo.
Mas isto não é uma viagem, não se repetirá.
As viagens repetem-se, tu não. Não andas la com elas, mas vais ser deitado um outro saber de felicidade em que ela me quebra o raciocínio, ei!, vem falar comigo que quero sentir o ler das tuas letras doces e sem fim como este pequeno passeo que nunca por mais ligações que fizer terá alguma vez fim, e agora aparece outrém vou acabar acabar vou? Nunca fechaste esse parentisses e ainda bem, assim posso viver a tua realidade, algum dia a irão perceber?e tu viverás constantemente a minha, se assim souberes
(fica entre nós)


extravaganza



21:49h (deja vu)

Quer dizer.....só por não escrever num dia, cais-me logo em cima a gritar? !!!!!!!!!!!!! “então não escreves? Continua continua “e tal”.....”, odeio que me digam isso! (agonia-me.) . e tu (tu mesmo, não “tu”) sabes isso. poupo-te então



Sinto-me como um dinossauro!!
Por mais que procure não encontro um abrigo para a chuva. Para ela que me cai frenéticamente.
Eu sou a saca (casa) com as ideias para poder rascunhar!, e as gotas são o arame farpado, a janela transparente (para o mar) que impede tudo de sair, ou de entrar. Mas as ideias saem ou entram. (reflictam)? E os que lá vão? Os manuscritos? Não são senão resultado das ideias quererem não sair, e não sairem. Depois, acaba a chuva. E sai (saem a correr logo) os chegados,lá vão em busca de qualquer coisa. descubram. reflictam.

Deixem a obra voar, sem apanhar chuva, deixem a obra planar, para que no horizonte (deixem a obra planar, para que no horizonte), para que no inicio do fim, todos a possamos desfrutar de uma outra prespectiva. De uma outra chuva, de um outro caminho, .



Amanha tens maravilhosamente a tarde por tua conta, mas mesmo assim ja me confessaste que vais andar por ali e por aqui. Não concordo. Mas não me adianta dizer-te tal. Nunca me escutas, continuas a ir para ali e para acolí.
Já-te disse para não ires por maus (esses) caminhos, mas insistes em, de vez em quando beberes o teu sabor ao centro (d)as entranhas da terra, a tua digestão, o teu correr, passares o tempo ali e nunca aqui.
Por mais que andes por aqui, deambulas no outro lado do alcatrão, fingindo uma incapacidade de ver.
.

“em tão pouco tempo escureceu tanto., um amor, o chão da terra, “

Vou acabar por aqui, e vou (não não vou ter contigo, não gosto de ), e vou para trás. Para trás não se vê nada, desculpem!, vê-se, mas vê-se mal. Para mim o nada, é bom, e mau, é tambem mau, mas ser ser, é o nada. És tu, o ser que falarei por adiante e adiante!, tão bonzinho que és, e virilidade tal!
E ei de contiNuar,

(Sim, ou simplesmente sim.
Não

O
U Simplesmente tu.) em que ficamos?


despeço-me.




extravaganza



16:35 (retoques.)